sexta-feira, 17 de maio de 2013

Granola, vilã ou mocinha?

Literalmente um tema pra se colocar na balança





Enquanto as mães "normais" do mundo deixavam seus filhos se lambuzar no Sucrilhos e suas mais variadas versões, minha mãe me dava granola no café da manhã. E não adiantava usar de argumentos para trocar por Choco Krispis, pois só colava nos finais de semana, quando as guloseimas estavam liberadas. Na minha infância, acompanhamento de almoço era suco natural, sobremesa era gelatina ou fruta...minha mãe controlava os dias de semana com punhos de ferro! Em compensação, os finais de semana eram um mergulho num mundo de delícias cheias de calorias!
Veja só, comecei falando de granola e terminei em devaneios! rsrs
A granola começou a ser elaborada em meados de 1830 e com o tempo foi ganhando upgrades! Acabou mesmo ficando famosa em 1960 quando a cultura hippie pregava o ingestão de produtos saudáveis. Hoje em dia, temos várias marcas, os mais variados sabores, mas continua um artigo de luxo! Você precisa rodar muito pra encontrar o quilo por R$ 10,00!
O que eu gosto mesmo na granola é a sensação de saciedade, própria dos produtos ricos em fibras. Mas é importante ressaltar que pode ir de protagonista à antagonista, até porque é um tanto calórica! Então, o ideal é não passar de uma xícara diária, podendo ser acompanhada de leite ou iogurte.
Tomando esse cuidado, acredito muito que valha a pena, pois além das fibras, é rica em vitaminas. E vamos e convenhamos: a gente se acaba em coisas muito mais calóricas e que não nos complementam em nada!
E volto a repetir que é muito melhor gastar R$ 10,00 em granola do que R$ 100,00 em remédios!

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